domingo, 1 de maio de 2016

O SUICIDIO FINANCEIRO INEVITÁVEL DOS CONGLOMERADOS FRENTE AO DESEQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL


O SUICÍDIO FINANCEIRO INEVITÁVEL DOS CONGLOMERADOS FRENTE AO DESEQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL

- ANÁLISE PRAGMÁTICA NÃO PASSIONAL

DO INEVITÁVEL FIM DE QUEM

FOR ALIENADO AO PROCESSO DE

DE AÇÃO DO EQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL



Aprendi aquilo que só fazia vaga ideia, na Faculdade de Direito de Coimbra, o que representa o grupo de respeitáveis senhores e senhoras, de caráter extremamente seletivo, reunidos, por que tem em comum o fato de reunirem o maior volume de riquezas em circulação no mundo.

O grupo de 85 pessoas, tendo algumas sido deixadas de lado, decide onde destinar seus recursos e de onde retirar por representar riscos, ou pelo simples fato de existirem locais supervalorizados, representando custos maiores de investimento e exploração comercial, momento em que se esvaziam as riquezas destinadas a estas nações mais susceptíveis destas oscilações econômicas, transformando realidades econômicas pujantes em desertos de mercado.

Estes desertos, com preços super desvalorizados são adquiridos a preço de banana porque o mercado imobiliário não suporta esvaziamento de mercado, quando estes hábeis menestréis da economia voltam a supervalorizar os imóveis com incrementes de empresas, por aporte de capital mínimo, logo transformado em ativos de alta rentabilidade para deter maior poder de capacidade econômico no mercado e nas finanças.

Empresas novas supervalorizadas rendem grandes ativos de mercado e financeiro, em ciranda fácil de ser antevista e admitir seguidores, cegos pela ambição de render às custas da tristeza e empobrecimento alheios.

O fato é que, com antecipação d 3 anos, recebi a notícia de que o Brasil seria a bola da vez do esvaziamento de investimentos e eminente bancarrota, e, como patriota que me orgulho em ser, passei a me dedicar em descobrir meios de buscar evitar o vaticínio ali encomendado.

Como o problema indicado foi o de desperdício e mal-uso de recursos públicos, importando em diminuição da competitividade de empresas por avanço dos controles público devidos (sobrecarga tributária tornando os preços sem competição de mercado mundial) e indevidos (oriundos da corrupção), passei a estudar formas de tornar a realidade diversa, modificando a realidade do Brasil de destino inseguro para destino seguro.

Assisti os exemplos em paralelo de economias menores em relação as maiores, de como são reféns deste tipo de intromissão de mercado, que, apesar da pecha de serem consideradas intervenções injustas, ninguém pode afirmar que o capital deve se conservar operativo em regime de grandes suscetibilidades que podem colocar em risco não só o investimento local, como o valor global dos grandes oligopólios.

Economias mais desenvolvidas, são mais equilibradas e menos susceptíveis de decisões do estilo dos 85 senhores e senhoras mais iluminados ou agraciados pelo esforço, sorte ou ambos.

Desta se extraem lições de como a atividade pública se conserva no regime de autorizações de funcionamento, acompanhamento e controle de novos empreendimentos.

Não são abertas a conceder autorizações que possam importar em enfraquecimento da economia local, e, estarem sujeitas, a do dia para a noite deixar de contar com referidos valores de ativos.

Portanto, a primeira diferença entre grandes nações e pequenas, é, não haver o controle nestas que há naquelas para autorizar a funcionar e acompanhar o andamento da rotina do empreendimento sem torna-lo vulnerável nem impune.

Nos grandes países as economias estão mais sólidas porque as regras não mudam, os impostos são maiores, e, se houver abusos, serão punidos.

Mas isto só não se traduz em resultado de possível incremento de receita por parte de países menos desenvolvidos, as dependências de receitas oriundos de fontes de energia e seus derivados e patentes, é que diferencia no mercado o quanto uma nação pode se tornar independente de outra.

Para tanto, o próprio mercado já está apontando saídas viáveis para a questão da energia e derivados de produção e uso;

Já quanto a questão de patentes, reside aí o grande diferencial entre nações que pode ser traduzir em dependência ou não de menores em relação a maiores, haja vista o que espelham valores de PIB na observação de produtos de maior sofisticação de produção.

Esta maior sofisticação é que traduz a cada subproduto agregado pela patente e produção e aceitação no mercado por demanda reprimida o quanto o mercado menor é dependente dos regimes de patentes industriais.

Há uma discussão do quanto é justo o valor cobrado, e, o quanto cada patente custou para ser aprovada cientificamente e ter uso comercial, o que importa é que, sendo justo o valor de cada patente, as nações que não se dedicarem a terem patentes próprias e respeitadas internacionalmente nunca serão independentes economicamente.

Até aqui não falei nada que ninguém que percebe os fatos e acontecimentos econômicos e financeiros não saiba, por isto avancei nos estudos, para buscar ver a forma de como a independência econômica pode ocorrer à revelia do 85 iluminados.

Descobri o que transforma a economia desajustada em agregada, sólida e firme, decorrente, de fatores além dos ajustes do processo produtivo, mas pertinentes ao uso de meios econômicos disponíveis e sem uso comercial.

Mais do que isto, quanto aos meios, se forem analisados em seu aspecto macroeconômico, o que diferencia meios em relação aos 85 iluminados é a coesão que nos meios comuns não ocorre.

Os mercados foram criados para serem autônomos e agirem isoladamente, no máximo se reunirem por segmentos da linha produtiva ou concorrência para que seu segmento tenha políticas tranquilas e favoráveis, garantindo o lucro.

Ou seja, o mercado como instrumento maior de realização de produção econômico não se agrega, como se agregam e decidem os 85 iluminados.

Desta forma, quando o mercado sentir, mesmo sendo menor, que sua economia está fragilizada, porque não se une, como ocorre em grandes potências econômicas, ou 85 iluminados, poderão se reunir, bater pé, ficar de birra, mas não conseguirão influenciar negativamente na economia.

As grandes potências econômicas, mesmo frente ao comando dos 85 iluminados, só agem interferindo nas economias locais, porque estas estão fragilizadas, susceptíveis de serem dominadas, mas o interesse de todos é otimizar o lucro, e, o meu, é demonstrar que mesmo os pequenos podem sair de seus revezes financeiros, e, atenderem aos 85 iluminados, sem ficarem reféns destes senhores e senhoras.

O deserto econômico não é bom para ninguém, mesmo quem decide devastar economias menores para dominá-las, prefere ser amigo se houver resistência forte o suficiente por estrutura legislativa e administrativa interna de países menores, que demonstrem não haver dúvidas de que somente somando com as economias menores, é que estarão a frente de colaboração e ganhos de rendimentos.

Portanto, as economias menores que se posicionarem neste sentido, e, se associarem entre si, formando o conceito de coesão que faça frente aos 85 iluminados, só terão desta colaboração, porque não fazem enfrentamento, quando se mostram serem honestos e garantirem a produção com lucros aceitáveis, pelas comunidades consumidoras.

Esta reunião de economias, pode receber aporte de agentes econômicos mundiais de equilíbrio entre nações, na forma que propus em artigo anterior, e, quem não estiver de acordo, deve ficar alijado do processo.

Quem, inclusive, quiser manter as políticas egoístas de ser predatório, para com economias estratificadas deve ser banido da economia, com aplicação de sanções de não contratação comercial, porque o equilíbrio entre economias e nações é fundamental e prioritário para o equilíbrio do próprio planeta, e, vivendo isolado, mesmo milionário, cometerá o referido no título: O SUÍCIDIO FINANCEIRO INEVITÁVEL DOS CONGLOMERADOS QUE NÃO ESTIVEREM EM LINHA DE AÇÃO PARA FAZER FRENTE AO DESEQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL.

Vamos, pois, tornar este mundo melhor nos unindo em nome desta causa justa e nobre, e, sobretudo na defesa da vida humana na terra, em condições dignas para todos.

Senhores e senhoras 85 iluminados, onde vocês estão é porque mereceram e isto é digno de respeito, porém descartando o equilíbrio econômico entre países como meta. a ideia vai começar a germinar, e, imaginem, porque a imagem se traduz mais do que mil palavras nesta divulgação começar a formar convencimento e ação no prodígio da realização das etapas iniciais para que este projeto entre em fase de execução, através da mesma imagem, imaginem, igualmente, e de maneira muito pragmática, que estas mil palavras se traduzem em mais de 1 milhão de imagens, logo , logo ninguém segurará esta onda do tamanho do um tsunami, que ninguém segura, se unam ao inevitável, para formar o corpo sólido que estrutura a nova ordem econômica e financeira mundial, onde só o equilíbrio econômico aliado à justa social terão lugar, quem viver verá.! 




HELIO BARRETO DOS SANTOS FILHO














Nenhum comentário:

Postar um comentário