O
SUICÍDIO FINANCEIRO INEVITÁVEL DOS CONGLOMERADOS FRENTE AO DESEQUILIBRIO
ECONÔMICO MUNDIAL
-
ANÁLISE PRAGMÁTICA NÃO PASSIONAL
DO
INEVITÁVEL FIM DE QUEM
FOR
ALIENADO AO PROCESSO DE
DE
AÇÃO DO EQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL
Aprendi
aquilo que só fazia vaga ideia, na Faculdade de Direito de Coimbra, o que
representa o grupo de respeitáveis senhores e senhoras, de caráter extremamente
seletivo, reunidos, por que tem em comum o fato de reunirem o maior volume de
riquezas em circulação no mundo.
O
grupo de 85 pessoas, tendo algumas sido deixadas de lado, decide onde destinar
seus recursos e de onde retirar por representar riscos, ou pelo simples fato de
existirem locais supervalorizados, representando custos maiores de investimento
e exploração comercial, momento em que se esvaziam as riquezas destinadas a
estas nações mais susceptíveis destas oscilações econômicas, transformando
realidades econômicas pujantes em desertos de mercado.
Estes
desertos, com preços super desvalorizados são adquiridos a preço de banana
porque o mercado imobiliário não suporta esvaziamento de mercado, quando estes
hábeis menestréis da economia voltam a supervalorizar os imóveis com
incrementes de empresas, por aporte de capital mínimo, logo transformado em
ativos de alta rentabilidade para deter maior poder de capacidade econômico no
mercado e nas finanças.
Empresas
novas supervalorizadas rendem grandes ativos de mercado e financeiro, em
ciranda fácil de ser antevista e admitir seguidores, cegos pela ambição de render
às custas da tristeza e empobrecimento alheios.
O
fato é que, com antecipação d 3 anos, recebi a notícia de que o Brasil seria a
bola da vez do esvaziamento de investimentos e eminente bancarrota, e, como
patriota que me orgulho em ser, passei a me dedicar em descobrir meios de buscar
evitar o vaticínio ali encomendado.
Como
o problema indicado foi o de desperdício e mal-uso de recursos públicos,
importando em diminuição da competitividade de empresas por avanço dos controles
público devidos (sobrecarga tributária tornando os preços sem competição de
mercado mundial) e indevidos (oriundos da corrupção), passei a estudar formas
de tornar a realidade diversa, modificando a realidade do Brasil de destino
inseguro para destino seguro.
Assisti
os exemplos em paralelo de economias menores em relação as maiores, de como são
reféns deste tipo de intromissão de mercado, que, apesar da pecha de serem
consideradas intervenções injustas, ninguém pode afirmar que o capital deve se
conservar operativo em regime de grandes suscetibilidades que podem colocar em
risco não só o investimento local, como o valor global dos grandes oligopólios.
Economias
mais desenvolvidas, são mais equilibradas e menos susceptíveis de decisões do
estilo dos 85 senhores e senhoras mais iluminados ou agraciados pelo esforço, sorte
ou ambos.
Desta
se extraem lições de como a atividade pública se conserva no regime de
autorizações de funcionamento, acompanhamento e controle de novos
empreendimentos.
Não
são abertas a conceder autorizações que possam importar em enfraquecimento da
economia local, e, estarem sujeitas, a do dia para a noite deixar de contar com
referidos valores de ativos.
Portanto,
a primeira diferença entre grandes nações e pequenas, é, não haver o controle
nestas que há naquelas para autorizar a funcionar e acompanhar o andamento da
rotina do empreendimento sem torna-lo vulnerável nem impune.
Nos
grandes países as economias estão mais sólidas porque as regras não mudam, os
impostos são maiores, e, se houver abusos, serão punidos.
Mas
isto só não se traduz em resultado de possível incremento de receita por parte
de países menos desenvolvidos, as dependências de receitas oriundos de fontes
de energia e seus derivados e patentes, é que diferencia no mercado o quanto
uma nação pode se tornar independente de outra.
Para
tanto, o próprio mercado já está apontando saídas viáveis para a questão da
energia e derivados de produção e uso;
Já
quanto a questão de patentes, reside aí o grande diferencial entre nações que
pode ser traduzir em dependência ou não de menores em relação a maiores, haja
vista o que espelham valores de PIB na observação de produtos de maior
sofisticação de produção.
Esta
maior sofisticação é que traduz a cada subproduto agregado pela patente e
produção e aceitação no mercado por demanda reprimida o quanto o mercado menor
é dependente dos regimes de patentes industriais.
Há
uma discussão do quanto é justo o valor cobrado, e, o quanto cada patente
custou para ser aprovada cientificamente e ter uso comercial, o que importa é
que, sendo justo o valor de cada patente, as nações que não se dedicarem a
terem patentes próprias e respeitadas internacionalmente nunca serão
independentes economicamente.
Até
aqui não falei nada que ninguém que percebe os fatos e acontecimentos
econômicos e financeiros não saiba, por isto avancei nos estudos, para buscar
ver a forma de como a independência econômica pode ocorrer à revelia do 85
iluminados.
Descobri
o que transforma a economia desajustada em agregada, sólida e firme,
decorrente, de fatores além dos ajustes do processo produtivo, mas pertinentes
ao uso de meios econômicos disponíveis e sem uso comercial.
Mais
do que isto, quanto aos meios, se forem analisados em seu aspecto macroeconômico,
o que diferencia meios em relação aos 85 iluminados é a coesão que nos meios
comuns não ocorre.
Os
mercados foram criados para serem autônomos e agirem isoladamente, no máximo se
reunirem por segmentos da linha produtiva ou concorrência para que seu segmento
tenha políticas tranquilas e favoráveis, garantindo o lucro.
Ou
seja, o mercado como instrumento maior de realização de produção econômico não
se agrega, como se agregam e decidem os 85 iluminados.
Desta
forma, quando o mercado sentir, mesmo sendo menor, que sua economia está
fragilizada, porque não se une, como ocorre em grandes potências econômicas, ou
85 iluminados, poderão se reunir, bater pé, ficar de birra, mas não conseguirão
influenciar negativamente na economia.
As
grandes potências econômicas, mesmo frente ao comando dos 85 iluminados, só agem
interferindo nas economias locais, porque estas estão fragilizadas,
susceptíveis de serem dominadas, mas o interesse de todos é otimizar o lucro,
e, o meu, é demonstrar que mesmo os pequenos podem sair de seus revezes
financeiros, e, atenderem aos 85 iluminados, sem ficarem reféns destes senhores
e senhoras.
O
deserto econômico não é bom para ninguém, mesmo quem decide devastar economias
menores para dominá-las, prefere ser amigo se houver resistência forte o
suficiente por estrutura legislativa e administrativa interna de países
menores, que demonstrem não haver dúvidas de que somente somando com as
economias menores, é que estarão a frente de colaboração e ganhos de
rendimentos.
Portanto,
as economias menores que se posicionarem neste sentido, e, se associarem entre
si, formando o conceito de coesão que faça frente aos 85 iluminados, só terão desta
colaboração, porque não fazem enfrentamento, quando se mostram serem honestos e
garantirem a produção com lucros aceitáveis, pelas comunidades consumidoras.
Esta
reunião de economias, pode receber aporte de agentes econômicos mundiais de
equilíbrio entre nações, na forma que propus em artigo anterior, e, quem não
estiver de acordo, deve ficar alijado do processo.
Quem,
inclusive, quiser manter as políticas egoístas de ser predatório, para com
economias estratificadas deve ser banido da economia, com aplicação de sanções de
não contratação comercial, porque o equilíbrio entre economias e nações é
fundamental e prioritário para o equilíbrio do próprio planeta, e, vivendo
isolado, mesmo milionário, cometerá o referido no título: O SUÍCIDIO FINANCEIRO INEVITÁVEL DOS CONGLOMERADOS QUE NÃO ESTIVEREM EM
LINHA DE AÇÃO PARA FAZER FRENTE AO DESEQUILIBRIO ECONÔMICO MUNDIAL.
Vamos, pois, tornar este mundo melhor nos
unindo em nome desta causa justa e nobre, e, sobretudo na defesa da vida humana
na terra, em condições dignas para todos.
Senhores e senhoras 85 iluminados, onde vocês estão é porque mereceram e isto é digno de respeito, porém descartando o equilíbrio econômico entre países como meta. a ideia vai começar a germinar, e, imaginem, porque a imagem se traduz mais do que mil palavras nesta divulgação começar a formar convencimento e ação no prodígio da realização das etapas iniciais para que este projeto entre em fase de execução, através da mesma imagem, imaginem, igualmente, e de maneira muito pragmática, que estas mil palavras se traduzem em mais de 1 milhão de imagens, logo , logo ninguém segurará esta onda do tamanho do um tsunami, que ninguém segura, se unam ao inevitável, para formar o corpo sólido que estrutura a nova ordem econômica e financeira mundial, onde só o equilíbrio econômico aliado à justa social terão lugar, quem viver verá.!
Senhores e senhoras 85 iluminados, onde vocês estão é porque mereceram e isto é digno de respeito, porém descartando o equilíbrio econômico entre países como meta. a ideia vai começar a germinar, e, imaginem, porque a imagem se traduz mais do que mil palavras nesta divulgação começar a formar convencimento e ação no prodígio da realização das etapas iniciais para que este projeto entre em fase de execução, através da mesma imagem, imaginem, igualmente, e de maneira muito pragmática, que estas mil palavras se traduzem em mais de 1 milhão de imagens, logo , logo ninguém segurará esta onda do tamanho do um tsunami, que ninguém segura, se unam ao inevitável, para formar o corpo sólido que estrutura a nova ordem econômica e financeira mundial, onde só o equilíbrio econômico aliado à justa social terão lugar, quem viver verá.!
HELIO
BARRETO DOS SANTOS FILHO
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